Governança de inteligência artificial
A sua empresa já usa IA.Alguém consegue dizer onde, quem aprovou e a que custo?
O Krytera registra cada iniciativa de IA da empresa, conduz a decisão pelas pessoas certas e guarda a prova de que foi assim — pronta para quando o cliente, o auditor ou o conselho perguntarem.
No Brasil, hoje
82%das empresas têm funcionários usando ferramentas de IA de terceiros sem aprovação nem supervisão formal.
SAP e Oxford Economics, The Value of AI: Brazil 2026 — 200 líderes brasileiros, dentro de uma amostra de 2.600 em 13 países.
Como o problema chega até você
O problema raramente se apresenta como “governança”.
A adoção começou pelas áreas, resolvendo problemas do dia a dia, sem esperar por política, comitê ou orçamento. É natural que tenha sido assim — e é por isso que a conta aparece depois, como uma pergunta simples que ninguém consegue responder rápido.
“Quantas ferramentas de IA a gente usa hoje?”
Diretoria, na reunião de orçamento
“Quem autorizou colocar dado de cliente nisso?”
Jurídico, depois do susto
“Descreva como sua empresa governa o uso de IA. Anexe evidências.”
Questionário de fornecedor, enviado por um cliente grande
“Esse assistente está no ar desde quando, e quem respondeu por ele?”
Auditoria, seis meses depois
Não é um problema de uma empresa só.
O que o Krytera faz de diferente
As plataformas do mercado governam a tecnologia. O Krytera governa a decisão de usá-la.
A maior parte das ferramentas de governança de IA foi feita para quem constrói modelos: medir viés, observar comportamento, monitorar o que o algoritmo devolve.
Só que a sua empresa, na maioria dos casos, compra IA pronta. Não há modelo para auditar nem viés para medir. O que existe é uma sequência de decisões — alguém quis usar, alguém avaliou, alguém aprovou com uma condição, e alguém precisa provar depois que foi assim.
É isso que o Krytera organiza: em português, e no tamanho de uma empresa que não tem um departamento de governança.
Como funciona
Registrar, decidir, provar.
O primeiro passo tira a IA da sombra. O segundo coloca a decisão na mão de quem responde por ela. O terceiro transforma tudo isso em prova.
Registrar
A empresa passa a ter uma lista viva do que usa de IA — e do que pretende usar.
ver o que entra
- Inventário de ferramentas e fornecedores, com responsável por cada uma
- Custo mensal e gasto acumulado, por ferramenta e por iniciativa
- Um caminho simples para qualquer funcionário propor um uso novo
- “Vi uma ferramenta em uso”, para trazer à luz o que já está rodando
Decidir
Cada iniciativa é classificada por risco, e o risco define quem opina e quem aprova.
ver o que entra
- Classificação sugerida pelo sistema e sempre confirmada por uma pessoa
- Pareceres de jurídico, segurança, privacidade e da área de negócio
- Aprovação por quem tem alçada, com escopo e prazo de validade
- Condições impostas viram compromissos com dono e prazo
Provar
Nada do que foi decidido se perde, e a prova sai pronta quando alguém pedir.
ver o que entra
- Controles exigidos por nível de risco, com evidência conferida por outra pessoa
- Registro de quem fez o quê, quando e por quê, que ninguém consegue apagar
- Dossiê da iniciativa em um clique, pronto para imprimir
- Revisão periódica cobrada sozinha, no vencimento
Por dentro
O produto, como ele é.
Três telas, com uma iniciativa de IA de verdade passando pelo processo.
Painel executivo
24
Casos de uso
Ver casos
3
Aguardando decisão
10
Controles pendentes
Ver controles
R$ 4.200,00
Custo realizado no ano
Ver custos
3 de 8
Casos com benefício medido
Ver benefícios
Casos por risco
Situação do portfólio
Rascunho e enviado 3 (13%)
Em avaliação 6 (25%)
Aprovados 2 (8%)
Em operação 8 (33%)
Encerrados 5 (21%)
Decisões pendentes
O retrato inteiro, para quem responde pela empresa
Quantas iniciativas existem, quantas esperam decisão, quanto já se gastou no ano e quantas prometeram um benefício que ninguém mediu. Cada número abre a lista por trás dele.
Análise de progressão automática de cargo e salário por IA
Concluída
Concluído
Aguardando decisão
Para ir à produção
4 de 4
Pareceres
0 de 6
Exigências da produção
Você
Decide a produção · depois
2 condições da aprovação do piloto continuam em aberto.
Em aberto · 2
Uma iniciativa, do pedido à produção
O caso de uso é a unidade de tudo: nasce como pedido, recebe classificação de risco, passa por quem precisa opinar e só então vai a piloto e a produção.
Atendimento com assistente no portal
Pareceres do caso
3
Pendentes
2
Concluídos
0
Com conflito
Pareceres obrigatórios
Quem precisa opinar, opinando no mesmo lugar
Jurídico, segurança, privacidade, arquitetura e a área de negócio no mesmo caso — com o que falta à vista, e sem ninguém caçar e-mail antigo.
Telas do Krytera, reconstruídas. Dados de demonstração.
A régua é sua
Nem toda IA merece o mesmo rigor.
Um resumo de reunião e um sistema que decide sobre pessoas não podem passar pelo mesmo caminho. No Krytera, a sua empresa define o que exige em cada nível de risco — e a plataforma cobra exatamente aquilo, nem mais, nem menos.
Exemplo de configuração. Cada empresa publica a sua, e a mudança vale a partir da publicação — sem reescrever o que já foi decidido.
O que a empresa passa a ter
Quatro respostas que hoje não existem.
São as mesmas quatro perguntas do começo desta página, agora do lado de quem consegue respondê-las.
Onde a IA está
a pergunta da diretoria
Uma lista de tudo o que a empresa usa, com área, responsável, fornecedor e situação. O que é permitido, o que é proibido e o que ninguém avaliou ainda.
Quanto ela custa
a pergunta do orçamento
Contratos e gastos reais, mês a mês, por ferramenta e por iniciativa. O número que hoje está espalhado em cartões corporativos e faturas de nuvem.
Quem respondeu por cada decisão
a pergunta do jurídico, e a da auditoria
Nome, papel, data, o que foi exigido como condição e até quando a aprovação vale. Sem planilha paralela e sem caçar e-mail antigo.
A prova, quando pedirem
a pergunta do cliente
Um dossiê por iniciativa: o que foi declarado, quem opinou, quem aprovou, o que foi cobrado e o que continua em aberto — inclusive o que ainda não está em ordem.
Normas de referência
Ligado à ISO 42001 e à LGPD — inclusive no que ele não cobre.
A empresa escolhe as normas que quer seguir, e o Krytera mostra, requisito por requisito, o que já está atendido e o que está fora do alcance dele.
Essa última parte não é detalhe. Uma ferramenta que diz cobrir tudo é uma ferramenta que você vai descobrir sozinho, na auditoria, que não cobria.
O Krytera organiza e guarda a prova exigida por essas normas. Ele não emite certificação e não substitui auditor nem parecer jurídico.
ISO/IEC 42001:2023
A sua régua cobre 15 de 21 · alcance do Krytera 19
ver o gráfico
Cobrir não é cumprir, e o alcance é o limite do produto, não meta.
Kyra, a assistente do Krytera
Governança trava quando ninguém entende o processo.
A pessoa do marketing que quer usar uma ferramenta nova não sabe o que é alçada, parecer ou homologação — e não deveria precisar saber. A Kyra explica, dentro da própria tela e em português, o que está sendo pedido e por quê.
Ela responde sobre o processo e sobre o que está registrado. E nunca decide: no Krytera, toda saída de IA é sugestão para uma pessoa, e fica registrada como sugestão.
Por que meu pedido está parado em “aguardando parecer”?
Esta iniciativa foi classificada como risco alto, porque envolve dado pessoal de cliente e decisão automatizada. Nesse nível, a sua empresa exige parecer de Segurança e de Privacidade antes da aprovação.
O de Segurança já foi concluído. Falta o de Privacidade, que está com Gabriela Nunes há dois dias. Quando ele entrar, a decisão fica com o Comitê de IA.
Como começar
Ferramenta sem processo vira prateleira.
Plataforma de IA comprada antes de existir um processo definido costuma terminar sem uso. Por isso o Krytera pode vir com gente junto: a iTalents monta a governança com a sua equipe e deixa ela rodando.
Governança implantada
A iTalents desenha a política de uso de IA, define as alçadas e os níveis de risco com a sua diretoria, treina as áreas e acompanha as primeiras iniciativas até o fim.
ver o que entra
- Diagnóstico do que já está em uso
- Comitê, papéis e régua de risco definidos
- Plataforma configurada e time treinado
- Acompanhamento nos primeiros meses
Só a plataforma
Se a sua empresa já tem comitê, política e alçadas definidos, o Krytera entra como a ferramenta que faz tudo isso acontecer e ficar registrado.
ver o que entra
- Configuração assistida no início
- Suporte e atualizações
- Sem consultoria contratada
Diagnóstico
Uma conversa e um retrato do que a empresa usa de IA hoje, com as exposições que isso traz e o que dá para resolver rápido.
ver o que entra
- Levantamento do uso atual
- Principais exposições
- Plano dos primeiros noventa dias
Para quem é
Feito para a empresa que usa IA, não para o laboratório que constrói IA.
Faz sentido se
- Sua empresa usa ferramentas de IA compradas ou contratadas, em mais de uma área
- Não existe time dedicado a governança — a responsabilidade está acumulada em alguém
- Clientes, contratos ou auditorias começaram a perguntar como vocês usam IA
- Ninguém sabe dizer, sem fazer um levantamento, quanto a empresa gasta com IA por mês
- Existe a suspeita de que dado sensível esteja indo parar em ferramenta não aprovada
Não é a ferramenta certa se
- Você precisa medir viés e desempenho de modelos próprios em produção — isso é outra categoria de ferramenta
- Você procura um sistema que varra a rede sozinho e descubra IA sem ninguém informar nada
- Sua empresa quer apenas um documento de política, sem mudar como as decisões acontecem
- Você procura um selo — o Krytera organiza a prova, quem certifica é o auditor
Perguntas frequentes
O que costumam perguntar antes de começar.
A lei brasileira de IA já obriga isso?
Ainda não. O projeto que cria o marco legal da IA foi aprovado no Senado e segue na Câmara, e mesmo depois de sancionado haverá prazo de adaptação. Mas a cobrança já começou por outro caminho: clientes grandes e setores regulados passaram a exigir governança de IA em contrato de fornecedor, e isso não espera legislação. Quem organiza agora chega pronto nos dois casos.
Precisamos ter um comitê de IA antes de contratar?
Não. A maior parte das empresas médias não tem. Se você for pelo caminho da governança implantada, montar o comitê e definir as alçadas faz parte do trabalho. Se preferir só a plataforma, ela funciona com uma estrutura mínima: alguém que decide e os pareceres que fizerem sentido no seu caso.
Em quanto tempo temos o primeiro resultado?
O inventário — saber o que a empresa usa, quem responde e quanto custa — é o primeiro entregável, e costuma ser o que mais surpreende a diretoria. As primeiras iniciativas passam pelo ciclo completo em seguida, com as pessoas reais decidindo, e não em simulação.
Onde ficam os dados?
No Brasil, em infraestrutura na região de São Paulo. Cada empresa enxerga somente os próprios dados, com a separação garantida no banco e não apenas na tela. O conteúdo de uma iniciativa nunca é enviado por e-mail: as mensagens carregam só o aviso e o link para entrar.
A IA da plataforma decide alguma coisa?
Não, e isso é uma regra de construção do produto. A classificação de risco é sugerida e sempre confirmada por uma pessoa. A assistente explica e ajuda a preencher; ela nunca aprova, nunca reprova e nunca rebaixa um risco. Toda sugestão de IA fica registrada como sugestão, com a decisão humana ao lado.
Quanto custa?
Depende do tamanho da empresa e de você querer a plataforma sozinha ou com a governança implantada. A conversa inicial é gratuita e termina com uma proposta fechada.
Vamos conversar
Trinta minutos para saber onde a sua empresa está.
Sem apresentação institucional. A gente olha o que você já usa de IA, você vê o Krytera funcionando com dados de uma operação de verdade, e sai da conversa sabendo o que dá para fazer nos primeiros noventa dias — contratando ou não.